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Romance Histórico sobre a pandemia é lançado no MON

O escritor e jornalista Pedro Lichtnow lançou, no último domingo (19), no Museu Oscar Niemeyer, sua mais recente obra, Som da Sacada – Memórias de uma guerra invisível. O evento reuniu amigos, convidados e personalidades da cultura, da política, da ciência, das artes e da imprensa, em uma noite marcada por emoção, reflexão e densidade histórica.
Publicado pela Editora Personalidade, o livro conta com 748 páginas e se apresenta como um romance histórico e existencial que atravessa os principais acontecimentos da pandemia de COVID-19, entre dezembro de 2019 e junho de 2024.

Durante o lançamento, o público acompanhou uma leitura dramática de trechos da obra, além de discursos sensíveis e marcantes de autoridades e convidados. Entre os presentes, destacaram-se o ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca; o ex-prefeito de Guaratuba, Roberto Justus; a presidente da Academia de Letras do Brasil, Maria Teresa Marins; e a escritora e presidente do Instituto Todas Marias, Goretti Bussolo, responsável pela leitura interpretativa da obra.

Também participaram o cônsul de Portugal em Curitiba, André Bandeira, e a presidente da Sociedade Portuguesa de Curitiba, Júlia Dorigan.

Em sua fala, Pedro Lichtnow destacou o caráter histórico e simbólico da obra:
“Este livro percorre os principais fatos da pandemia no mundo, entre dezembro de 2019 e junho de 2024, mas vai além do registro factual. Ele busca captar o espírito do tempo — o Zeitgeist, sob a ótica da psicologia — atravessando temas como política, economia, ciência, humanidade e existencialismo. É uma tentativa de compreender, em profundidade, o que vivemos enquanto civilização.”

O autor também fez questão de reconhecer os apoios fundamentais para a realização do projeto, como a presidente da Academia de Cultura de Curitiba, Maria Inês Borges da Silveira; a gestora do evento, Denise Costa; Edelane Paz; o médico Passem Jomaa, apoiador institucional da obra; e o designer Pedro Pacifico, responsável pelo projeto gráfico do livro.

Em tom de profunda emoção, Lichtnow também dedicou a obra aos profissionais de saúde que estiveram na linha de frente durante a pandemia e prestou homenagem às vítimas da COVID-19 e seus familiares. Destacou ainda o apoio incondicional de sua esposa, Cristiane Andrade, e de sua filha, Vega Luiza.

O autor finalizou reforçando o propósito da obra como registro histórico e legado:
“Esta obra é o meu testemunho e legado para as futuras gerações compreenderem a dimensão do que passamos — e como sobrevivemos.”

Com forte densidade narrativa e reflexiva, Som da Sacada se posiciona como uma obra que transcende a pandemia, propondo uma leitura profunda sobre a condição humana em tempos de crise.

Ao final do evento, ficou a mensagem que sintetiza o momento:
Som da Sacada deixa agora as sacadas literárias para alcançar o mundo.

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