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Requião Filho é lançado ao Governo e Gleisi ao Senado

Lançamento da pré-candidatura de Requião Filho

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Gleisi Hoffmann, ao lado de Requião Filho, disse que representará as mulheres no Senado

O deputado estadual, Requião Filho (PDT) disse, neste sábado (30), em Curitiba, que “o Paraná precisa voltar a ser governado para as pessoas, não para empresas que pagam a conta de campanha política”. Em um encontro que mobilizou militâncias do PDT e PT, Requião Filho foi lançado como pré-candidato ao Governo do Estado e a deputada federal, Gleisi Hoffmann (PT), ao Senado Federal.

O evento, que reuniu mais de cinco mil pessoas, foi chamado de “Vozes do Paraná”, e contou com a participação de prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, lideranças políticas regionais, militantes e apoiadores dos partidos PDT, PT, PCdoB, PV, Rede e PSOL. Os presidentes nacionais do PDT, Carlos Lupi, e do PT, Edinho Silva, também participaram do ato.

Construção de um estado mais justo

Em seu discurso, Requião Filho destacou a construção de um projeto político voltado ao desenvolvimento do Paraná. “O Paraná precisa voltar a ser governado para as pessoas, não para empresas que pagam a conta de campanha política. Nossa pré-candidatura nasce para construir um estado mais justo, desenvolvido e com oportunidades para todos. O próximo passo do Paraná exige coragem, planejamento e compromisso com quem vive aqui. É hora de avançar, sem deixar ninguém para trás”, pontua.

Para ele, o cuidado com as pessoas deve representar o centro das ações de um governo de Estado.

“Hoje aqui tem um povo que produz arroz, feijão e que carrega o Paraná nas costas. Muitas vozes que constroem um Paraná forte, que produz e cresce apesar do governo que tem. Queremos olhar para o futuro e construir um estado para todos, construir uma política de gente que cuida de gente”, disse.

Gleisi lembra ataque que vem sofrendo

A deputada federal, Gleisi Hoffmann, que disputará uma vaga no Senado, por solicitação do presidente Lula,  destacou que deseja representar as mulheres na Câmara Alta. Ela lembrou dos ataques que sofre da extrema direita e disse ter convicção da vitória em outubro.

“Quero estar no Senado para representar as mulheres. Precisamos de união para enfrentar as barbaridades que estamos enfrentando. Não podemos aceitar que as mulheres continuem morrendo pelo fato de serem mulheres, não podemos o nível de violência de gênero que temos no nosso país. Isso foi um feito do Bolsonaro. Ele abriu as portas do inferno, ao falar que uma mulher podia ser estuprada, que uma filha mulher era uma fraquejada, que não empregaria mulher porque ela engravida. Eu vivi a violência política, vivi o ódio por ser mulher que levanta sua voz, e aprendi que tudo que não nos mata, nos fortalece. Quanto mais eles vêm pra cima, mais forte nós ficamos!”.

Um celeiro de inteligência

A deputada ressaltou que o Paraná precisa de uma representante no Senado que conheça de perto a realidade da população. “Tenho andado muito pelo Paraná, conversado com muita gente, estou muito animada. Quero ser senadora para defender a saúde, segurança, para transformar o Paraná em um grande polo tecnológico, utilizando as universidades e institutos tecnológico instalados aqui para fazer do nosso estado um grande celeiro de inteligência”, propôs.

Os nomes indicados para a vaga de vice-governador ou vice-governadora, bem como a segunda vaga ao Senado e suplentes serão definidos posteriormente. A homologação oficial das candidaturas ocorrerá entre os dias 20 de julho e 5 de agosto, conforme a legislação eleitoral.

Fotos de  André Kasczeszen e Melito

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