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Chuvas voltam a castigar o Paraná e Defesa Civil mantém alerta

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Em Morretes, no litoral paranaense, o rio Nhundiaquara, que corta a cidade, acabou alagando ruas no entorno do centro histórico.

Chuvas – inclusive de granizos de até 100 gramas – temporais e ventos de até 90 km/hora voltaram a atingir no Paraná neste domingo (01) de novembro. Curitiba voltou a ter ruas alagadas em várias regiões devido ao excesso da chuva forte que caiu por volta das 15 horas. Mas foram as regiões Norte e Noroeste do Estado as mais atingidas, com ventos que derrubaram árvores, destelharam casas e assustaram as pessoas.

Segundo informações dos órgãos que controlam as alterações climáticas, a cidade de Campo Mourão registrou  volume de chuva de 81,4 mm. Em Santa Helena, passou dos 100 mm. A situação de emergência foi registrada em 14 municípios e mais de 3,2 mil casas foram danificadas em todo o Estado e pelo menos 12 mil pessoas foram afetadas, informou a Defesa Civil.

As maiores rajadas de vento foram registradas em Cornélio Procópio, com 95 km/h, e em Santo Antônio da Platina, com 91 km/h, conforme o Simepar.

Em Morretes, no litoral paranaense, o rio Nhundiaquara, que corta a cidade, acabou alagando ruas no entorno do centro histórico.

Em Jandaia do Sul, as pedras de granizo chegaram a pesar mais de 100 gramas e o fenômeno também foi registrado nas cidades de Mandaguari, Cianorte, Mandaguaçu, Entre Rios do Oeste, Planalto e Campo Mourão.

A Defesa Civil mantém alerta laranja em todo o Estado para esta segunda-feira (02). O alerta amarelo avisa sobre perigo de chuvas intensas e o alerta laranja refere-se a perigo de tempestades com chuvas ainda mais fortes e ventos de até 100 km/hora.

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