Aos 13 anos, Pedro Henrique Ribeiro, hoje, com 22, tomou o gosto pela música. Começaram os primeiros acordes na guitarra e a paixão pelo jazz, blues e música popular brasileira. Durante o aprendizado e, na Faculdade de Música, foram surgindo inspirações para composições. Hoje já tem álbum com musicais autorais próprias. Dedicação integral ao mundo musical.
Neste sábado, 26, com os músicos Renato Vieira (baixo), Clariô Silva (vocal), Leonardo Santos (gaita), João Soares (bateria) e Pedro Henrique (guitarra), a banda que ganhou seu próprio nome – Pedro Ribeiro – se apresentou no pequeno, mas aconchegante palco do bar Mafalda, da empresária e amante da música, Ieda (ex-Wonka).

Foram pouco mais de duas horas, com casa lotada, de boa música brasileira, entre elas as de sua própria autoria: Nhundiaquara (inspirado nas águas do Rio com o mesmo nome, nasce na Mata Atlântica e passa por dentro da cidade de Morretes), Esquina 1199 (samba), Dona do Vento (Iansã), premiada em segundo lugar no Festival de Navegantes, Celsito (homenagem ao Celso), Curupira (jazz fusion) e Akin (jazz brasileiro).
A cantora e, também, compositora, Clariô Silva, parceira no Festival de Navegantes, foi um show à parte com sua voz que lembra a pequena grande rainha Elis Regina.



