No mês em que o mundo volta os olhos para a conscientização sobre o bem-estar psicológico — celebrado em 10 de outubro (Dia Mundial da Saúde Mental) —, a pergunta que fica é: por que a população continua adoecendo em massa, mesmo com o aumento da busca por terapia e apoio médico? Dados oficiais recentes ajudam a dimensionar o tamanho da crise: o Brasil lidera o ranking mundial de ansiedade segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e encerrou 2025 com um recorde histórico de mais de 534 mil afastamentos do trabalho motivados por transtornos mentais. Para a psicóloga Viviane Wisnievski, o cenário atual exige ir além do modelo tradicional e abraçar o potencial da neurociência aplicada à tecnologia.
“O nível de estímulo digital e as exigências implacáveis da vida moderna sobrecarregam o nosso cérebro de forma sem precedentes, intensificando quadros de ansiedade, esgotamento e transtornos como o TDAH. É nesse cenário que a neuromodulação e o neurofeedback se tornam grandes aliados: por serem técnicas não invasivas que atuam como complemento aos tratamentos tradicionais, elas ajudam a modular a atividade cerebral e dão o suporte necessário para que o paciente retome o foco, a regulação emocional e a serenidade”, pontua Viviane.
Com sede em Curitiba (PR), a Neurowork se consolidou como um polo de referência nacional, atendendo profissionais de diversas áreas da saúde por meio de cursos especializados e palestras transformadoras. Com uma trajetória marcada pela constante atualização científica — incluindo Neuroexpedições acadêmicas em Harvard e em Lisboa —, a psicóloga lidera um movimento de expansão técnica que já capacitou mais de 2 mil profissionais pelo país, preparando o mercado para uma nova era de tratamentos em saúde mental.
Para conhecer mais sobre o trabalho, os cursos e as soluções oferecidas, acesse o site: www.neurowork.com.br.
Sobre a especialista
Viviane Wisnievski é psicóloga, doutoranda em Psicologia, com especializações em Psicopedagogia e Neuropsicologia, e cofundadora da Neurowork, a maior empresa de Tecnologias Aplicadas à saúde e educação do país. Com mais de 20 anos de experiência em neuromodulação, já capacitou mais de 2 mil profissionais no Brasil. Seu reconhecimento internacional inclui sua participação na histórica primeira turma brasileira de Neuromodulação Intensiva na Harvard T.H. Chan School of Public Health e a liderança de imersões como a NeuroExpedição na Universidade do Porto e nova turma em Harvard, agora em 2027. Autora do livro “Descomplicando o Neurofeedback” e coordenadora editorial de obras na área “Neuromodulação Não Invasiva: Da teoria à prática clínica(Vol1) e Potencializando a aprendizagem(Vol.2)”, é referência em traduzir a neurociência de ponta em ferramentas práticas para a transformação da saúde mental.


