Unidade da Universidade Estadual de Maringá no Noroeste do Paraná eleva o IDH local e fortalece a agropecuária sustentável
O polo de pesquisa da UEM em Diamante do Norte impulsiona o IDH local e promove avanços na agropecuária sustentável da região.
Histórico e localização estratégica do polo de pesquisa da UEM em Diamante do Norte
O polo de pesquisa da UEM em Diamante do Norte, localizado na tríplice divisa dos estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul e Paraná, completa 36 anos consolidando-se como referência científica e tecnológica no Noroeste do Paraná. Desde sua fundação, o Câmpus Regional do Noroeste (CRN) tem impulsionado o desenvolvimento local, refletido no salto do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do município, que passou de 0,456 em 1990 para 0,723 em 2010. A relevância do polo de pesquisa da UEM evidencia a importância da ciência aplicada para o progresso regional.
Impactos socioeconômicos do polo de pesquisa da UEM para Diamante do Norte
O polo de pesquisa da UEM exerce papel fundamental na transformação socioeconômica de Diamante do Norte, especialmente por meio do desenvolvimento da agropecuária sustentável. A elevação do IDH é um indicador claro dos avanços promovidos pela instituição, que fomenta o conhecimento e fomenta a geração de renda local. O reitor Leandro Vanalli destaca que a pesquisa e inovação desenvolvidas no câmpus direcionam a economia do Paraná, fortalecendo a formação de profissionais qualificados e contribuindo para a qualidade de vida da população.
Estrutura e atividades da fazenda experimental do Câmpus Regional do Noroeste
Com uma área total de 82,4 hectares e 14 mil metros quadrados construídos, o polo de pesquisa da UEM abriga uma fazenda experimental que é o pilar para diversas pesquisas aplicadas. A produção engloba cultivo de milho, sorgo para silagem, mandioca e eucalipto, além de uma horta diversificada que abastece o Restaurante Universitário (RU). Na pecuária, destaca-se a suinocultura com a espécie Moura e a bovinocultura leiteira, que produz entre 200 e 250 litros de leite diariamente. A integração entre produção rural e ensino é um diferencial do polo de pesquisa da UEM.
Educação técnica e profissional no Centro Estadual de Educação Profissional do Noroeste
Desde 2022, a fazenda experimental abriga o Centro Estadual de Educação Profissional (Ceep) do Noroeste, conhecido como Colégio Agrícola. Com investimento superior a R$ 11 milhões, fruto de convênio entre a Secretaria da Educação e a UEM, o colégio oferece formação técnica em agropecuária de nível médio com regime de internato. Essa iniciativa fortalece a capacitação da juventude local e reforça o compromisso do polo de pesquisa da UEM com a educação profissionalizante e o desenvolvimento sustentável da região.
Pesquisas inovadoras com abelhas e piscicultura consolidam o papel científico do polo
Além das atividades tradicionais, o polo de pesquisa da UEM desenvolve avanços em áreas como a apicultura, com a criação de abelhas Apis mellifera e meliponário para abelhas sem ferrão, focando na conservação da biodiversidade e na análise da flora local. Outro destaque é a unidade de piscicultura instalada em tanques-rede no Rio do Corvo, que produz tilápias para o Restaurante Universitário e o Hospital Universitário Regional de Maringá, além de abrigar o Programa de Melhoramento Genético Tilamax. Essas iniciativas evidenciam o compromisso do polo com inovação e sustentabilidade.
Fonte: www.parana.pr.gov.br


