A torcida está sempre presente e cada vez mais forte e vibrante, levando seu grito de apoio ao time. Mas, não tem a contrapartida, como aconteceu nos jogos contra o Internacional, que deixou escapar a vitória nos últimos segundos do encerramento da partida e, também, contra o Santos, onde houve, apenas dois ou três chutes a gol. Este é o desempenho, hoje, do Coritiba que perdeu a chance de continuar na Copa do Brasil.
O que está acontecendo com o Coxa? Esta é a pergunta nas cadeiras, arquibancadas, nos bares e entre amigos. A resposta pode ser simples: não se trata de comando técnico, onde podemos observar que Fernando Seabra, chega a arrancar fios de cabelos ao ver sua equipe apática em campo e com sérias falhas no poder defensivo. Mas, de comando geral.

Há 30 ou 40 dias que o centenário Coritiba não tem um presidente para colocar ordem na casa. Como pode, um time, com grande estádio e uma fervorosa torcida que cresce a cada ano, não ter um comandante, um dirigente máximo para cobrar maior empenho ou mesmo discutir, com a SAF, a contratação de novos atletas, principalmente um centroavante que faça gols.
Enquanto isso, o adversário maior, o Athletico, tem um dirigente mão forte que está no dia a dia do clube, cobrando e contratando reforços.
Uma última pergunta: por que o Coritiba não tem presidente e quem estaria no comando sem a presença dele. Onde está o conselho nestas horas?


