Busca por qualidade de vida faz crescer o interesse por projetos que integram natureza e infraestrutura urbana; Trebbiano, da Construtora Equilíbrio, reúne mais de 9 mil m² de bosque preservado
A relação dos brasileiros com o espaço urbano vem mudando. Mais do que localização e metragem, a presença de áreas verdes passou a ocupar lugar de destaque na decisão de compra de imóveis. Segundo pesquisa Datafolha encomendada pelo Instituto Cidades Sustentáveis e divulgada em 2025, 88% dos brasileiros consideram parques, bosques e outras áreas verdes fatores importantes para a qualidade de vida nas cidades.
Essa tendência do mercado imobiliário encontra em Curitiba um cenário favorável. Historicamente associada à qualidade ambiental e ao planejamento urbano, a capital paranaense possui 85,2% de suas vias arborizadas, segundo o Censo Demográfico 2022 do IBGE, divulgado em 2025, além de reunir 52 parques e bosques públicos. Características que transformaram a cidade em uma referência nacional quando o assunto é qualidade de vida e contato com a natureza.
Com a expansão do trabalho híbrido e uma maior valorização dos momentos de convivência e autocuidado, cresceu a procura por empreendimentos capazes de oferecer uma experiência de moradia mais equilibrada, conectando infraestrutura urbana e contato cotidiano com o verde.
Nesse contexto, as áreas verdes deixaram de ser apenas um atributo paisagístico e passaram a representar um diferencial competitivo para o mercado imobiliário. Além dos benefícios para a saúde física e mental, a proximidade com parques e espaços arborizados também impacta a valorização patrimonial. Segundo um levantamento da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO) aponta que imóveis localizados próximos a áreas verdes podem apresentar preços até 23% superiores em comparação a unidades de padrão semelhante situadas em regiões sem esse atributo.
Segundo Anna Paula Araujo, diretora de Incorporações da Construtora Equilíbrio, a mudança reflete uma nova percepção sobre o próprio conceito de morar bem. “A relação das pessoas com a moradia mudou nos últimos anos. Hoje, percebemos que muitos clientes buscam mais do que localização e metragem: eles querem qualidade de vida. As áreas verdes passaram a ter um peso significativo na decisão de compra porque representam bem-estar, tranquilidade e uma oportunidade de desacelerar a rotina sem sair da cidade”, afirma.
A tendência também se reflete na concepção dos novos empreendimentos. Em vez de tratar a natureza como elemento complementar, o mercado passou a incorporá-la como parte da experiência de moradia, integrando áreas preservadas, espaços de convivência e soluções voltadas ao bem-estar dos moradores.
Um exemplo desse movimento é o Trebbiano Residencial, da Construtora Equilíbrio. Localizado no Ecoville, o empreendimento conta com mais de 9 mil metros quadrados de bosque de preservação natural, criando uma conexão direta entre o verde e a rotina dos moradores. A área preservada se integra aos espaços de convivência e contribui para uma experiência de moradia mais tranquila e conectada ao ambiente urbano.
“No Trebbiano, por exemplo, o bosque de preservação natural é um dos grandes diferenciais do empreendimento. São mais de 9 mil metros quadrados de área verde que se integram ao dia a dia dos moradores, proporcionando uma experiência de moradia mais saudável e conectada à natureza. Esse tipo de atributo tem sido cada vez mais valorizado por quem procura um imóvel para viver ou investir”, destaca Anna Paula.
Em um cenário em que qualidade de vida, saúde e bem-estar ganham protagonismo nas escolhas de consumo, o conceito de luxo urbano também se transforma. Para uma parcela crescente dos consumidores, morar bem significa estar próximo da natureza, usufruindo de mais tranquilidade e conforto sem abrir mão da infraestrutura e da conveniência da vida na cidade.


