Amostragem coloca o senador em vantagem na espontânea e na estimulada, em cenários de primeiro e segundo turnos, e com Sandro Alex passando Requião Filho.
Divulgada nesta sexta-feira (28), a pesquisa Real Time Big Data apresenta o atual senador Sérgio Moro (PL) na liderança da disputa pelo governo do Paraná, tanto no primeiro turno quanto em todos os cenários simulados de segundo turno com os demais candidatos, bem como na estimulada e na espontânea. Chamam a atenção, ainda, o elevado percentual de eleitores que não decidiu seu voto (na espontânea) e a posição de Sandro Alex (PSD), candidato apoiado pelo governador Ratinho Junior, já à frente de Requião Filho (PDT).
Na pesquisa para o Senado, que tem duas vagas, Deltan Dallagnol e Alexandre Curi aparecem nas duas primeiras colocações. A Real Time fez 1,6 mil abordagens telefônicas e digitais entre os dias 24 e 27 e indica que a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número PR-07845/2026.
Na espontânea, Sergio Moro (PL) aparece com 16%, seguido de Sandro Alex (PSD) com 9% e de Requião Filho (PDT), com 7%. Nesta modalidade, até Ratinho Junior aparece, com 4%. Outros somam 3%, nulo/branco 10% e não sabe 51%. Na estimulada, Moro segue à frente com 35%, seguido de Sandro Alex com 23% e de Requião Filho com 20%. Depois vêm Luiz França (Missão) com 2% e outros com 1%.
Em cenário de segundo turno, o senador bate todos os concorrentes. Contra Requião Filho, o placar ficaria 54% a 27%. Contra Sandro Alex, 44 a 32%. Numa disputa entre Sandro Alex e Requião Filho, o placar seria de 35 a 30%.
Para o Senado Federal, a pesquisa apresenta Deltan Dallagnol (Novo) em primeiro com 20%, seguido de Alexandre Curi (Republicanos) com 18%, Filipe Barros (PL) com 17%, Gleisi Hoffmann (PT) com 15%, Cristina Graeml (PSD) com 14%, Dr. Rosinha (PT) com 5% e Karen Guerreiro (Missão) com 1%. Demais candidatos não pontuaram. Ainda há a expectativa sobre a confirmação da elegibilidade do ex-procurador Dallagnol, em especial entre os demais candidatos, pois sua eventual saída encurtaria caminho às vagas.



