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No Paraná, uma campanha marcada por agressões e ódio

Embora já esteja nas ruas há, pelo menos, dois meses, as campanhas ao Governo do Estado, Senado Federal, Câmara e Assembleia Legislativa no Paraná, foi acelerada nos últimos dias, principalmente para o Palácio Iguaçu, onde os candidatos, depois do debate na Band, onde Sergio Moro se recusou a participar, ganhou contornos mais críticos.

Enquanto Sandro Alex procura mostrar seu plano de governo para os próximos quatro anos, Sergio Moro insiste no tom sobre segurança pública e corrupção, o que vem falando há mais de cinco anos. Prometeu participar dos próximos debates.

O que podemos observar é que será uma campanha marcada por agressões entre os três candidatos: Requião Filho, Sandro Alex e Sergio Moro. O governador Ratinho Junior, atuará em duas frentes: carregar Sandro Alex para ampliar o eleitorado no interior do Estado e rebater as críticas de Moro e Requião.

Quando Moro afirma que falta segurança pública no Paraná, citando o caos em Foz do Iguaçu e Paranaguá e, segundo ele, a ausência de uma penitenciária de Segurança Máxima, onde os presos sequer podem falar com suas famílias, omitindo Catanduvas (Governo Federal), ele mostra que seu principal foco será, efetivamente, a segurança pública. Com isso, lança críticas ao governo de Ratinho Junior que sustenta, por pesquisas, ter reduzido o número de homicídios e assaltos no Estado.

A bandeira de Requião Filho tem várias vertentes e uma das principais é a venda de ações da Copel que, hoje, também de acordo com ele, aumentou as tarifas de energia e reduziu a prestação de serviços. Também crítica o pedágio e obras no litoral do Estado. Requião Filho diz que Ratinho Junior não estaria falando a verdade. E sustenta que Sergio Moro não conhece o Paraná.

Todas essas críticas – à exceção do debate – estão sendo feitas pelas redes sociais, onde marketeiros vem juntando peças para mostrar a realidade do Estado e inserir, no meio, agressões aos seus oponentes.

Vai ser uma campanha, infelizmente, marcada por agressões e ódio.

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