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Quando se defende a segurança e vira as costas para o efetivo da própria segurança pública

O candidato ao Governo do Estado, Sergio Moro (PL), tem, insistentemente, pregado, em seus discursos e entrevistas, que uma das prioridades de seu governo será a segurança. Bate, também, na mesma tecla da corrupção e lavajatismo.

Sua bandeira sobre segurança começa a ser questionada, em nível nacional, remontando suas ações como ministro da Justiça (governo Jair Bolsonaro). Moro parece ter ignorado a Polícia Federal e não abriu novos concursos públicos para recomposição do efetivo da Polícia Federal.

O último concurso antes da chegada de Moro ao governo federal foi autorizado em 2018, ainda na gestão de Raul Jungmann, no governo Michel Temer, com oferta de 500 vagas.

O concurso seguinte, com oferta inicial de 2 mil vagas, só foi autorizado após a saída de Moro do governo. Ele foi anunciado em agosto de 2020, quando o Ministério da Justiça já era comandado por André Mendonça, sucessor do ex-juiz na pasta.

Portanto, durante os 16 meses em que comandou a pasta, entre janeiro de 2019 e abril de 2020, a corporação também operou com o menor número de servidores ativos em 14 anos.

Dados do Painel Estatístico de Pessoal (PEP), plataforma oficial do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), mostram que a Polícia Federal contava com 13.478 servidores ativos quando Moro assumiu o ministério, em janeiro de 2019. Em abril de 2020, mês de sua exoneração, o efetivo havia caído para 13.356 servidores ativos, o menor patamar da instituição desde 2006.

Quando se defende a segurança e vira as costas para o efetivo da segurança pública

O candidato ao Governo do Estado, Sergio Moro (PL), tem, insistentemente, pregado, em seus discursos e entrevistas, que uma das prioridades de seu governo será a segurança. Bate, também, na mesma tecla da corrupção e lavajatismo.

Sua bandeira sobre segurança começa a ser questionada, em nível nacional, remontando suas ações como ministro da Justiça (governo Jair Bolsonaro). Moro parece ter ignorado a Polícia Federal e não abriu novos concursos públicos para recomposição do efetivo da Polícia Federal.

O último concurso antes da chegada de Moro ao governo federal foi autorizado em 2018, ainda na gestão de Raul Jungmann, no governo Michel Temer, com oferta de 500 vagas.

O concurso seguinte, com oferta inicial de 2 mil vagas, só foi autorizado após a saída de Moro do governo. Ele foi anunciado em agosto de 2020, quando o Ministério da Justiça já era comandado por André Mendonça, sucessor do ex-juiz na pasta.

Portanto, durante os 16 meses em que comandou a pasta, entre janeiro de 2019 e abril de 2020, a corporação também operou com o menor número de servidores ativos em 14 anos.

Dados do Painel Estatístico de Pessoal (PEP), plataforma oficial do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), mostram que a Polícia Federal contava com 13.478 servidores ativos quando Moro assumiu o ministério, em janeiro de 2019. Em abril de 2020, mês de sua exoneração, o efetivo havia caído para 13.356 servidores ativos, o menor patamar da instituição desde 2006.

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